Para a fabricação de fios e cabos elétricos deve ser utilizada a quantidade de cobre determinada de acordo com o valor máximo da resistência de cada seção nominal, valor que segue o padrão mundial do IEC.
A seção dos cabos elétricos depende do diâmetro dos fios elementares e da quantidade de fios existente no cabo.
Os cabos são classificados por classes em função do diâmetro dos fios elementares. Quanto mais fios e mais finos, mais flexível torna-se o cabo.
Fios e cabos fora de norma influenciam em sua conta de energia elétrica
A quantidade correta de cobre nos fios e cabos elétricos é tão importante que influencia na sua conta de energia elétrica.
Você deve estar pensando como cabos desnormatizados ou também conhecidos como “desbitolados” poderão comprometer o aumento do consumo de energia elétrica?
A resposta para esta pergunta é simples, um fio que possui menos cobre, isto é, apresenta uma seção menor do que a necessária descrita em norma, pode causar problemas como desperdício de energia devido ao superaquecimento do cabo, além de curtos-circuitos e até incêndios.
Além de irregulares, fios e cabos desbitolados comprometem as instalações elétricas, uma vez que não atendem os itens recomendados pelas normas técnicas.
Procure sempre comprar produtos confiáveis, de empresas idôneas. Em caso de dúvidas, contate um profissional qualificado ou entre em contato com a Qualifio – Associação Brasileira pela Qualidade dos Fios e Cabos Elétricos – que é uma entidade sem fins lucrativos que monitora e identifica certificadoras e fabricantes que operam de maneira irregular no mercado brasileiro, notificando assim as autoridades competentes.
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[Notícia extraída do site https://www.gov.br/inmetro/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias ]
(Divulgação na íntegra)
Após testes de resistência elétrica em laboratório, foi constatada irregularidade em mais de 58 mil metros do produto.
A Superintendência do Inmetro em Goiás (Surgo) autuou, no dia 30 de Junho, um fabricante de cabos elétricos – cujos produtos estavam sendo comercializados por um distribuidor de Goiânia – por irregularidade em mais de 58 mil metros do produto. Após coleta de material e realização de testes e ensaios de resistência elétrica em laboratório, foi constatada quantidade de cobre inferior ao que determina o regulamento. Nessas condições existe grande risco de curto-circuito, o que pode levar a consequências mais graves, como incêndio. Desde o início do ano, mais de 110 mil metros de cabos irregulares foram retirados do mercado no Estado de Goiás.


































